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Desejo boas vindas e que o mesmo possa suprir as espectativas e contribuir para aumentar os conhecimentos daqueles que o visitam,temos como proposta a divulgação do conhecimento geográfico no contexto escolar e no âmbito do planeta terra,trabalhando de uma forma holística para que possamos compreender os acontecimentos naturais ou antrópicos em nosso planeta,e que todos possam participar dando sugestões.

LIVROS DE MINHA BIBLIOTECA

  • Gráficos e mapas,construa você mesmo-Marcelo Martinelli
  • A Geografia das lutas no campo
  • Epistemologia Ambiental-Enrique Leff
  • Geografia do Brasil-Jurandyr L. Ross
  • Max. Sore-Geografia

O que são rios voadores?

sábado, 20 de fevereiro de 2010

CONTEÚDO PARA O TRABALHO DO 9º B

Segue abaixo o texto para o trabalho.
Fazer um comentário sobre o texto e elaborar 5 questões.
A matéria é da Revista Isto É Dinheiro de 17 Fev/2010,Ed. Três.

Euroesclerose
O epicentro da crise global já não é mais a economia americana, mas sim a Europa, que está na UTI. E, no Velho Continente, os problemas estruturais são tão graves que já ameaçam até a saúde do euro
Por Carolina Matos e Hugo Cilo

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Nos últimos dias, o mundo descobriu que a Europa está doente. Não de uma enfermidade ocasional, provocada por algum vírus oportunista. A doença europeia é congênita e o foco de infecção está no próprio modelo que forjou, ao longo de mais de 50 anos, o mais poderoso e rico bloco econômico do mundo, com um PIB de quase US$ 15 trilhões. Engessado por políticas sociais e trabalhistas rígidas, excessivamente dependente de seu mercado interno e sob o peso de economias frágeis, como Grécia, Portugal e Espanha, o Velho Continente parecia não ter forças de reação à crise inaugurada em setembro de 2008 e que dá sinais de estar mais próxima da cura até mesmo nos Estados Unidos. Embora não haja riscos de um contágio maior em economias como a brasileira, a situação local inspira cuidados. E, na semana passada, um sintoma da enfermidade apareceu no quadro clínico do paciente, na forma de uma corrida especulativa. Fundos montaram posições de US$ 8 bilhões para apostar contra a moeda europeia - o euro, que já valeu mais de US$ 1,50 em dezembro do ano passado, caiu para US$ 1,36. Especulava-se até que alguns países, no médio prazo, poderiam abandonar a moeda comum e resgatar suas antigas e combalidas divisas, como a lira italiana, a peseta espanhola, o escudo português e a dracma grega. No caso da Grécia, o risco era iminente. E o que se discutia em Bruxelas, sede do Parlamento europeu, na noite da quarta-feira 10, era se o governo de Atenas deveria ser socorrido pelo Fundo Monetário Internacional ou por instituições locais. O debate mobilizou as duas principais vozes econômicas da Europa. O presidente do FMI, o francês Dominique Strauss-Kahn, se colocou à disposição para ajudar. Mas o presidente do Banco Central Europeu, o também francês Jean Claude Trichet, recusou a oferta de forma simples e direta. "Seria uma humilhação", disse ele.

O epicentro da crise global já não é mais a economia americana, mas sim a Europa, que está na UTI. E, no Velho Continente, os problemas estruturais são tão graves que já ameaçam até a saúde do euro

Por Carolina Matos e Hugo Cilo


Protestos na frança: trabalhadores contrârios a mudanças na lei de previdência

A expressão usada por Trichet revela bem o estado de ânimo dos europeus, que vivem uma crise que pode até abrir novas oportunidades para países emergentes como o Brasil. Mal comparando, eles vivem uma situação parecida com a de uma família quatrocentona, que ainda ostenta títulos de nobreza, mas que perdeu patrimônio e não pode passar pelo vexame de ver seu nome nas páginas de protestos judiciais. "A única coisa capaz de acalmar os mercados é um pacote interno, 100% europeu, de resgate das economias mais problemáticas", disse à DINHEIRO Jim Reid, estrategista do Deutsche Bank em Londres. Na semana passada, as negociações com os gregos eram lideradas pelas duas economias mais fortes da Europa - Alemanha e França -, que exigiam cortes orçamentários para aprovar um pacote de ajuda. Sem alternativas, o governo do primeiro-ministro George Papandreou prometia aprovar em regime de urgência medidas impopulares, como a flexiblização dos direitos trabalhistas e o aumento da idade mínima de aposentadoria. "A prioridade é salvar a economia", disse ele.

Em tese, com um PIB de apenas US$ 343 bilhões, a economia do Mediterrâneo é relativamente pequena e não deveria ser capaz de provocar nenhuma turbulência no globo. Mas o caso grego expõe as fragilidades da União Europeia, um bloco que já conta com 16 países na Zona do Euro e tem outros na fila - a Grécia foi aceita em 2000. Durante a bonança, os países mais frágeis do continente receberam grandes investimentos das economias centrais, mas não encontraram novas vocações econômicas. E o euro criou uma ilusão de riqueza. Agora, com a retração econômica, as contas fiscais entraram em colapso - a Grécia registrou um rombo de 12,7% do PIB, quando as regras do Tratado de Maastricht, que fixou as regras do euro, estipulava um teto de 3% do PIB. E é exatamente aí que entra um outro complicador. Numa situação normal, um governo neste estâgio poderia adotar medidas de política monetária, usando a inflação para reduzir a dívida, ou de política cambial, para aumentar a competitividade externa de seus produtos. Mas os países do euro perderam instrumentos de ação. E por isso ficaram na mira dos mais pessimistas. "Se nada fosse feito, a Grécia poderia voltar aos tempos da dracma", previu o economista Nouriel Roubini.

A questão é que a crise de confiança está se disseminando rapidamente em vários países da Europa. Paul Krugman, prêmio Nobel de Economia, afirmou na semana passada que "o coração da crise se chama Espanha". E ele também apontou a falta de instrumentos por parte do governo de José Luis Zapatero. "Se a Espanha tivesse a sua moeda, poderia desvalorizá-la para voltar a ser competitiva", disse ele. "Como não tem, está condenada a vários anos de deflação e alto desemprego." Embora esteja no centro das preocupações, a Espanha teve uma boa notícia na semana passada, quando a agência Moody's reafirmou o rating AAA do país, diante das promessas de que o país também enfrentaria seu problema previdenciário. Mas o que é dito pelas agências nem sempre é levado ao pé da letra pelo mercado - na semana passada, pela primeira vez na história, Grécia, Portugal, Irlanda e a própria Espanha apresentavam uma taxa de risco de crêdito superior à brasileira (leia gráfico).

O epicentro da crise global já não é mais a economia americana, mas sim a Europa, que está na UTI. E, no Velho Continente, os problemas estruturais são tão graves que já ameaçam até a saúde do euro

Por Carolina Matos e Hugo Cilo

A DOENÇA EUROPEIA

O Velho Continente está em crise. E os casos mais emergenciais são os de países como Portugal, Itália, Irlanda, Espanha e Grécia, os chamados PIIGS

Na Espanha, o desemprego já se aproxima de 20%. Entre os mais jovens é de quase 40%. E isso revela um outro aspecto da euroesclerose: a rigidez do mercado de trabalho, que se soma a um grave problema demográfico. Países como Itália e Alemanha estão perdendo população. Na Espanha, ela já não cresce mais. E, quando se leva em conta que as populações têm idades médias elevadas, o problema previdenciário se torna crítico. Tão grave quanto isso é a imensa reação dos europeus a qualquer mudança. No mês passado, na Bélgica, a demissão de 260 pessoas na ABInbev, num quadro de 2,7 mil funcionários, provocou bloqueios nas estradas, que paralisaram totalmente a produção da empresa. Além disso, parlamentares passaram a pedir a cabeça do CEO da companhia, o brasileiro Carlos Brito. No início deste mês, na França, dois gerentes de uma empresa de móveis perto de Paris, a Pier Import, foram feitos reféns pelos trabalhadores, que protestaram contra futuras demissões. E a gigante France Telecom foi palco de uma onda de suicídios - 25 em 20 meses -, em decorrência de um estilo de gestão mais agressivo. "Eles viveram durante muitos anos num mundo de privilégios e criaram economias que hoje são elefantes brancos", aponta o sociólogo Paulo Edgar de Almeida Resende, professor da PUC-SP.

O epicentro da crise global já não é mais a economia americana, mas sim a Europa, que está na UTI. E, no Velho Continente, os problemas estruturais são tão graves que já ameaçam até a saúde do euro

Por Carolina Matos e Hugo Cilo


Bolsa de Madri: os temores sobre a Europa afugentam os investidores

Justamente por isso, o mundo hoje parece mais preocupado com a situação da Europa do que com a dos Estados Unidos. Enquanto o consenso dos bancos internacionais já projeta algum crescimento da economia americana em 2010, entre 1% e 2%, o PIB europeu deverá recuar cerca de 1%. E há também a convicção de que os Estados Unidos têm maior poder de reação, pelo simples fato de estarem mais integrados à economia global - a Europa ainda é a região mais protecionista do mundo. E que também não cumpriu uma das promessas da união econômica - a de criar grandes conglomerados globais, com centros de produção em todo o continente. Uma das únicas exceções é a Airbus, com atividade industrial na França, na Alemanha e na Espanha. Muitas economias, especialmente as dos PIIGS, foram capazes de transpor para além de suas fronteiras apenas grandes empresas de serviços - como a Telefônica e o Santander, na Espanha, ou a Portugal Telecom, em Portugal. E, de certa forma, acabaram concentrando todo o esforço de crescimento no setor imobiliário. Na Espanha, que se tornou uma espécie de balneário de luxo de toda a Europa, já existem quase duas casas por família - é a maior média do mundo.

Como o espaço para crescer na Europa hoje parece limitado, as grandes multinacionais do Velho Continente voltam suas atenções cada vez mais para os países emergentes - e nisso o Brasil ganha posição de destaque. O Carrefour cresceu 14% no Brasil em 2009, contra 2,6% na Europa. A Renault passou a ter no País seu quinto maior mercado global - éramos o décimo. E, no caso da sueca Volvo Caminhões, o Brasil assumiu a liderança, com a venda de 8,7 mil unidades. O mesmo fenômeno está ocorrendo na MAN, que adquiriu a Volks Caminhões e anunciou que o Brasil será sua plataforma de crescimento no mundo". Isso prova que o contágio da crise europeia por aqui, diferentemente do que ocorreu com o colapso dos bancos nos EUA, pode ser até positivo.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

A DERIVA CONTINENTAL


Quem não já se questionou sobre a separação dos continentes,é impossível olharmos para o mapa mundi e não vir em nossa mente a indagação : o que aconteceu para que os continentes se separassem,realmente é algo muito curioso essa separação.Quando houve o desenvolvimento da cartografia nos séculos XV e XVI,para auxiliar as navegações, foi possível ter uma noção da amplitude do horizonte mundial,só que algo intrigava os estudiosos os continentes em suas divisões pareciam que se fossem juntados se encaixariam se estivessem em posições frontais.

Sendo um suporte para os conquistadores naquele tempo,a cartografia tinha uma importância muito grande,ao observar que a América do Sul e a África aparentemente se encaixariam,muitas especulações foram levantadas fazendo surgir pesquisas nessa área.Em 1912 Alfred Wegener(1880-1930)elabora a mais importante proposição,a teoria da deriva continental,onde ele apresentou evidências geológicas,biológicas,paleontológicas e geofísicas para demonstrar suas ideias.Mas o que consistia a sua tese da deriva dos continentes?Para ele ,os continentes atuais estiveram agrupados no passado geológico em um único conjunto,o qual denominou Pangéia.

Por milhões de anos,essa enorme vastidão se rompeu,como consequência das elevações vulcânicas e à ação dos rios e mares,para formar o mapa-mundi que conhecemos.Como em todo processo geológico a deriva dos continentes ocorre muito lentamente e está ocorrendo o tempo todo,o mapa do mundo está em constante mudança devido as forças da natureza.Os passos da deriva continental foram :
1-Há 200 milhões de anos só existia um continente denominado de Pangea ou Pangéia,era a fase inicial de evolução da superfície terrestre.
2-Há 150 milhões de anos o super continente já estava separado em dois grandes continentes:o da Laurásia e o de Gondwana.
3-Há 100 milhões de anos o deslocamento dos blocos continentais continuou durante milhões de anos,dividindo Gondwana,nessa fase,nas terras da América do Sul,da África,da Austrália e da Antártida.
4-Há 50 milhões de anos a última fase da deriva continental a Laurásia já se havia dividido em América do Norte e Eurásia(Europa e Ásia),e assim se moldar a atual conformação dos continentes.
A conclusão sobre a deriva continental é que o super continente denominado Pangéia se fragmentou lentamente,dando origem a dois continentes,Laurásia ao norte,e Gondwana,ao sul,Wegener baseava-se na hipótese de que a crosta terrestre é constituída por uma massa sólida mais leve que flutua sobre um substrato mais denso e pastoso.Á medida que as massas continentais foram se deslocando,teriam comprimido blocos de rochas mais frágeis,levantando-os como enormes enrugamentos,dando origem ás cordilheiras,esse processo foi chamado de efeito de proa,lembrando uma embarcação em movimento de flutuação.

O ESPAÇO GEOGRÁFICO COMO CONSEQUÊNCIA DA AÇÃO HUMANA


O homem através de sua cultura vem transformando a natureza para que esta venha se adaptar a seu modo de vida,com isso vemos o espaço natural sendo todo transformado como consequência da constante intervenção humana na superfície terrestre.A superfície terrestre é chamada de biosfera,o local onde coexistem as comunidades de animais e vegetais,e nesse meio o homem tem deixado a sua marca transformando o local para que este venha a se adaptar a seu modo de vida.


Todas comunidades humanas,colocam na superfície terrestre a sua marca,da comunidade mais simples até as mais complexas,ou seja da tribo indígena a super potencia Americana.


Osvaldo Piffer em sua apostila geografia geral diz que ´´a sociedade se projecta e se expressa no espaço geográfico,mas,nesse processo,ela é simultâneamente instrumento e produto,pois enquanto construi o espaço,ela própria se reconstrui.´´


Todas as mudanças no espaço geográfico com certeza irá mexer com o meio ambiente e não podemos esquecer que a biosfera é um ecossistema constituída de elementos que interagem entre si mantendo um equilíbrio na natureza e a partir do momento em que o homem intervém nesse ecossistema novos elementos são introduzidos muitos estranhos a natureza de uma determinada localidade,provocando um desequilíbrio aquele meio,ao colocarmos nossas ´´impressões´´no espaço natural temos que estar cientes de que estamos introduzindo novos elementos naquele meio e sermos criteriosos para não prejudicarmos um ambiente que a natureza levou milhões de anos para construir.Temos uma importância no meio onde estamos uma vez que somos produto e instrumento como sociedade,e somos nós que modificamos o espaço ao construi-lo,individualmente ou coletivamente.


O espaço geográfico é aquele trabalhado pelo homem,que sofreu com a sua intervenção em vários aspectos constituindo uma paisagem que é a parte concreta,palpável,que permite a percepção do espaço geográfico,com toda a sua dinâmica histórica e entrelaçamentos físico-culturais.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

TEXTO E ATIVIDADES PARA OS SÉTIMOS ANOS (D,E)



A RUA DIFERENTE




Na minha rua estão cortando árvores

botando trilhos

construindo casas.


Minha rua acordou mudada.

Os vizinhos não se conformam.

Eles não sabem que a vida

tem dessas exigências brutas.


Só minha filha goza o espetáculo

e se diverte com os andaimes,

a luz da solda autógena

e o cimento escorrendo nas formas.


ANDRADE,Carlos Drummond de.Sentimento do mundo.



Na rua descrita no poema,´´estão cortando árvores,botando trilhos,construindo casas´´.

Quem está fazendo isso? O que significa,do ponto de vista geográfico,cortar árvores,colocar trilhos,construir casas?



Quem construiu a sua casa?


Quem construiu a casa ou o apartamento onde você mora?Converse com sua mãe,seu pai,seus avós,com as pessoas com quem você vive,ou então com vizinhos. Pergunte se eles se lembram de como eram,tempos atrás,a vizinhança,as redondezas.

Se vivem há muito tempo no mesmo local,peça que descrevam como era a paisagem na época em que ainda eram crianças.Pergunte se eles têm fotos antigas para comparar com a paisagem atual.




VOCÊ SABIA?


Atualmente são poucos os espaços naturais existentes na Terra.Quase todos sofreram a intervenção humana ou já foram transformados pelo ser humano.Um exemplo de espaço natural é a Antártida.Apesar de possuir instalações ou estações científicas de alguns países,a Antártida é ainda um espaço natural praticamente inalterado.



Responda as questões:


1-Você vive ou mora num espaço natural ou num espaço geográfico?Explique a sua resposta.

2-Interprete:´´Em nenhum lugar a natureza ou o espaço natural foi tão transformado como na cidade´´.

3-O que é humanizar o espaço?

4-O que você sabe a respeito das mudanças realizadas pelo ser humano nas paisagens?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

EXERCICIOS PARA O 9° ANO B DA ESCOLA NOVA FRIBURGO

1-Desde as últimas décadas do século xx,a divisão do mundo em duas partes-o Norte rico e o Sul pobre-vem sendo utilizada em livros,jornais,atlas e revistas.Explique por que a idéia de Norte e Sul é mais´´neutra´´que noções como países desenvolvidos e países subdesenvolvidos,centro e
periferia,economias avançadas e atrasadas.

2-Faça uma analise dos três gráficos com informações sobre os países do Norte e do Sul.
a)Analise cada um dos gráficos e registre suas conclusões sobre a percentagem da superfície,população e distribuição de renda entre Norte e Sul.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

ARTIGO SOBRE OS JOVENS EXECUTIVOS

Estou postando este artigo para os meus ex-alunos do Colégio São Francisco e CEF Fercal que estão na faculdade fazendo administração, é um artigo bem interressante pois é concernente a carreira que voceis escolheram e não podemos esquecer que na atual conjuntura o profissional tem que estar antenado com tudo a sua volta,o conhecimento é fundamental quem adquire muito conhecimento sai na frente em um mercado globalizado,onde o saber conta mais e não somente a teoria mas o saber fazer,apreciem o artigo,sei que muitos do Colégio São Francisco são academicos do curso de administração e para os alunos do CEF Fercal caso queiram seguir essa carreira que o artigo posa inspira-los.O texto é do Blog Carreira e Sucesso.


QUAIS SÃO AS AMBIÇÕES DOS JOVENS EXECUTIVOS?

Até não muito tempo atrás, todo jovem executivo empregado em grandes corporações mundiais sonhava em fazer sucesso rapidamente no e-business, trabalhando muito por um período de tempo, ganhando dinheiro suficiente para não precisar mais trabalhar depois dos 35 anos, e passar o resto da vida a bordo de um iate, nos mares do Caribe. Esta imagem não tem mais respaldo na realidade, segundo estudo realizado pela consultoria A.T. Kearney, chamado Uma visão do mundo corporativo do amanhã - líderes do futuro, baseado no evento II Fórum de Futuros Líderes, realizado em fevereiro, em Davos, na Suíça. A pesquisa mostra que mudaram os valores e as ambições dos jovens executivos nos últimos anos. A principal preocupação atual é a recessão econômica e como lidar com ela. Não parece fora de propósito que as características de um CEO de sucesso, apontada por 100 executivos jovens de 24 países sejam estas:
visão de negócios - 56%
habilidade para cumprir seu compromisso financeiro - 22%.
A principal preocupação dos jovens executivos é querer aprender a gerenciar uma organização, deixando-a pronta para encarar as incertezas do mundo político e econômico. Os próprios participantes apontaram as características que consideram mais essenciais num CEO. Pela ordem percentual de indicação, as principais são: visão - 46% habilidades pessoais - 20% energia - 13% carisma - 13% senso de negócio - 8% Conhecimentos técnicos não foram indicados pelos participantes como características essenciais para o sucesso de um CEO. A seguir estão algumas das conclusões obtidas a partir da pesquisa: Governança O 2º Fórum Futuros Líderes deixou bem claro que no futuro as corporações não estarão focadas somente em resultados financeiros, mas principalmente em dois novos critérios: ética e imagem. Cultura interna e externa também foram assuntos chaves no evento. Ética As modernas corporações precisam oferecer, além de bons produtos e serviços, um ponto de vista ético e uma visão da utilização dos recursos naturais. Os CEOs precisam manter a atenção nas preocupações de seus públicos (acionistas, empregados, organizações civis e ONGs) e mostrar que estão assumindo a chamada responsabilidade social. Além disso, precisam escolher valores para compartilhar com seus funcionários. Imagem- O intensivo uso dos meios de comunicação está expondo as companhias. As mensagens das empresas têm-se tornado uma commodity e o sucesso delas junto à opinião pública está cada vez mais baseado em como sua imagem é vista. Esta imagem normalmente nasce da combinação de um número de fatores sobre a companhia: o que elas fazem, como fazem e o que deveriam fazer ou não. Em muitos casos, a boa imagem da empresa e do CEO é uma questão de confiança. Portanto, é recomendável que empresas e CEOs se comuniquem pró-ativamente com o mundo externo. Cultura interna e externa A cultura interna de uma empresa pode também ser uma ferramenta-chave para a melhoria da performance da corporação. Um fator discutido pelos futuros líderes é a necessidade de manter um ambiente saudável na empresa, por meio de encontros regulares com funcionários para compartilhar experiências, fazendo com que eles se sintam parte da corporação e adquiram vontade de vencer os próximos desafios. Outra forma sugerida de criar um ambiente agradável foi a de associar a empresa e seus funcionários à arte. A estratégia deve ser cuidadosamente adaptada à imagem corporativa da empresa. Assim, as empresas podem patrocinar shows de artes ou, até mesmo, criar sua própria coleção de arte. Público- Foi solicitado aos participantes do Fórum que respondessem quais são os dois principais públicos que irão influenciar a corporação nos próximos anos. Foi permitida mais de uma resposta, e resultados das indicações é este: Ambiental/Grupos de consumo/ONGs - 56% Funcionários - 53% Governo/Órgãos Regulatórios - 49% Sociedade Civil - 33% Uniões de Comércio - 11% Ainda com relação aos públicos, os autores do estudo quiseram saber dos participantes quais situações eles consideravam menos éticas. O resultado é este: Venda de produtos que prejudiquem a saúde humana – 65% Compra de produtos fabricados a baixo custo e que envolvam trabalho infantil - 12% Uso de uma posição dominante para colocar concorrentes (ou fornecedores) fora do negócio - 12% Deslocamento da poluição para países mais flexíveis/menos desenvolvidos - 7% Uso da contabilidade para gerar resultados que maquiam a realidade - 4% Inteligência Corporativa e Gerenciamento. O estudo aponta ainda algumas lições obtidas a partir do questionamento desses 100 executivos, e a síntese pode ser lida a seguir: Conhecer o que você sabe A informação está disputando um importante papel no mundo dos negócios. Os produtos estão se tornando cada vez mais sofisticados, exigindo do público mais entendimento e conhecimento. Seja seletivo O primeiro passo para a seleção é identificar exatamente o que a empresa precisa e o que ela estará fazendo com a informação adquirida. Introduzindo conhecimento dentro da companhia Conhecimento de gerenciamento e de inteligência competitiva não podem ser substituídos pela simples implementação de uma solução tecnológica. A chave para executar programas de conhecimento de gerenciamento e inteligência competitiva é inseri-los na cultura da empresa e desenvolve-los no dia-a-dia dos funcionários. Mudanças organizacionais Mudanças organizacionais nunca cortam um atalho. Porém, a mudança de todas as dimensões de uma organização imediatamente (estruturas e processos e limites) pode permitir um ganho significativo na performance da empresa. Um catalisador de mudança novas tecnologias estão abrindo canais de comunicação diretos e interativos entre níveis gerenciais e departamentos e entre cliente e fornecedor. Conhecendo a nova relação de Recursos Humanos- Conhecer Recursos Humanos é uma parte fundamental do gerenciamento do negocio. Quando se fala em liderar pessoas, "você tem de ganhar todo dia". A chave para o futuro: educação e inovação O elemento mais importante no gerenciamento de Recursos Humanos é a educação. Treinamento e educação são vitais para o desenvolvimento do espírito humano. A principal queixa dos 100 executivos jovens ouvidos na pesquisa da consultoria A. T. Kearney é de que os cursos de pós-graduação, em geral, falham em abordar temas e disciplinas importantes que, na opinião deles, são as seguintes: ética, habilidades pessoais, senso de negócio e conhecimentos de comunicação. Jean Callahan, vice-presidente de Executive Search da A.T. Kearney no Brasil, comentando a pesquisa, cita que para uma organização obter uma alta performance e um crescimento de mercado acelerado é necessário analisar dois fatores. "A empresa deve analisar o desenvolvimento interno de talentos, por meio de um plano de carreira claro, identificando executivos de alto potencial dentro da empresa, e tentar atrair talentos externos".

A BIOGEOGRAFIA


Marcelo Marcondes escrevendo uma matéria sobre a biogeografia na revistaConhecimento Prático de Geografia em sua edição de número 25,se utiliza de uma metafora para falar dessa vertente da geografia,pelo menos na introdução da matéria onde ele diz:´´filhas de pais divorciados,a biogeografia é objeto de estudos tanto de biólogos quanto de geógrafos´´.


A geografia tem essa característica de transitar em várias ciências facilitando e aumentando a riqueza de seus conhecimentos já que ela se insere em várias áreas de conhecimentos,mas não queremos aqui,pelo menos neste momento falar das várias áreas de estudos da geografia vamos nos ater apenas a uma dessas áreas que é a biogeografia.O geográfo tem nessa ciência uma ferramenta muito importante pois em um país como o Brasil que apresenta aproximadamente 70 mil espécies vegetais o domínio da mesma mostra se obrigatório.O Brasil possui a maior biodiversidade do planeta quase 25% das espécies de plantas existentes se encontram em seu solo,portanto podemos dizer que o estudo dessa vegetação é objeto tanto da biologia quanto da geografia.


A biogeografia procura compreender a interrelações da vida animal com a vegetal,como as duas esferas interferem sobre as paisagens e se relacionam entre si e com o meio natural.Marcelo Marcondes cita na reportagem da revista Conhecimento Prático Geografia o artigo´´Biogeografia do Brasil do professor Edgar Kuhlmann,este que foi professor do primeiro curso de biogeografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro,na década de 1950,para Kuhlmann,o principal fator que diferencia uma formação da outra,em relação à fisionomia e ocorrência,é o clima.Ele admite que o relevo ,solo,fauna e flora são importantes fatores condicionantes de ocorrência de determinada formação vegetal.Entretanto o clima é crucial,pois sua ação se expressa nos níveis de umidade atmosférica,na temperatura do ar,na quantidade de luz recebida pelas espécies,nos ventos que desempenham importante papel na disssipação das sementes e, por conseguinte,na distribuição de determinada(s)espécie(s)pelo espaço.Segundo esse professor os principais estudiosos da biogeografia dividem a vegetação em dois grupos:as formações herbáceas e as formações arbóreas,ele,porém,sugere um terceiro grupo,a saber,uma formação híbrida arbórea-herbácea.No Brasil,estes três grupos são encontrados amplamente.´´


Resumindo a biogeografia podemos dizer que é o estudo das interrelações entre o mundo animal e o mundo vegetal,já que bio é vida e geografia o estudo das paisagens.